Mapa Caminho Português da Costa




CAMINHO CENTRAL PORTUGUÊS

Partindo do Porto ou de Valença são dias de uma "viagem" inesquecível, com etapas de caminhada e tempo reservado para conhecer as localidades por onde passamos, todas elas com símbolos deste percurso milenar.

Ter atenção à saída no Porto, pois aí bifurcam 2 rotas : o Caminho Central e o Caminho pela Costa.
Para o Caminho Central Português devem seguir as indicações que atravessam a cidade.


Nº ETAPAS : 10
KM'S : 241,10

Adventure Way

SERVIÇOS QUE LHE PODEM INTERESSAR

Reservas, Transfer's, Seguros, Transporte de Mochilas, Traslatio (Variante Espiritual), Apoio Logístico...

 Etapa 1



ETAPA 1 : PORTO > VAIRÃO

KM'S : 24,9   |   GRAU DIFICULDADE : Moderada

Nesta etapa passamos por :
Senhora da Hora, Araújo, Maia, Mosteiró, Vilar, Gião, Vairão.

Sobre a etapa :
Os primeiros 10 km's serão citadinos e recomendamos que aproveitem bem a passagem por locais icónicos da cidade do Porto, como seja o Jardim da Cordoaria e a R. Cedofeita. 
Fora da cidade, campos e caminhos rurais ajudam a suavizar os km's a percorrer.
Alguns trechos desta etapa implicam cruzar estradas com muito trânsito, pelo que recomendamos muito cuidado.

Notas :
No Araújo, tem que optar porque ponte pretende cruzar o rio Leça : Ponte de Moreira ou Ponte Romana de Barreiros (ou Azenha), qualquer das opções é bonita.


Etapa 2


ETAPA 2 : VAIRÃO > PEDRAFURADA

KM'S : 19,7   | GRAU DIFICULDADE : Moderada

Nesta etapa passamos por :
Vilarinho, São Mamede, São Miguel de Arcos, São Pedro de Rates, Pedra Furada.

Sobre a etapa :
Etapa tranquila com poucos desníveis, onde caminharemos pelas bonitas aldeias do concelho de Vila do Conde.
Ponte medieval de D. Zameiro e a povoação de S. Pedro de Rates são pontos de referência.
O fim de etapa é numa povoação pequena mas que dispõe de alguns serviços.


Notas :
1 - Nos locais de cruzamento, ter cuidado ao atravessar as estradas que são mais movimentadas. 
2 - Não deixar de visitar/pernoitar do Albergue/Restaurante Pedrafurada.

Etapa 3


ETAPA 3 : PEDRAFURADA > TAMEL

KM'S : 19,2 | GRAU DIFICULDADE : Moderada/Difícil

Nesta etapa passamos por :
Pereira, Carvalhal, Barcelinhos, Barcelos, Tamel.

Sobre a etapa :
Etapa com desníveis assinaláveis no inicio e fim.  
As localidades de Barcelinhos e Barcelos sãos pontos que destacamos na etapa de hoje. Na avenida principal de Barcelos tem uma pastelaria centenária onde são imperdíveis os "sonhos" durante todo o ano.

Notas :
Neste final de etapa apenas existe um albergue publico (Albergue Casa Recoleta). 

Etapa 4


ETAPA 4 : TAMEL > PONTE DE LIMA

KM'S : 24,5 | GRAU DIFICULDADE : Moderada/Difícil

Nesta etapa passamos por :
Balugães, Vitorino de Piães, Facha, Sobreiro, Seara, Ponte de Lima

Sobre a etapa :
Etapa exigente não só pelo desnível no ultimo tramo da etapa mas também por ser bastante longa.
Os caminhos rurais atenuam um pouco a dureza de alguns pontos, e as muitas casas senhoriais anunciam a proximidade com o fim da etapa.
Ponte de Lima é a vila que nunca quis ser cidade, mas tem todas as valências de uma, pelo que encontramos todo o tipo de serviços.

Notas :
Ponte de Lima é conhecida pela sua excelente gastronomia, uma das suas delicias é o arroz de serrabulho, prato típico da matança de porco. Se faz o Caminho durante o inverno, não perca a oportunidade de desfrutar desta iguaria.

Etapa 5



ETAPA 5 : PONTE DE LIMA > RUBIÃES

KM'S : 17,4 | GRAU DIFICULDADE : Moderada/Difícil

Nesta etapa passamos por :
Arcozelo, Codeçal, Alto da Labruja, Águalonga, Rubiães. 

Sobre a etapa :
Etapa exigente pela subida ao Alto da Labruja.
Quase todo o percurso é feito por caminhos rurais e quase o podemos dividir em 2, em termos de caracterização : a primeira parte com desníveis pouco pronunciados (sentimos que estamos a subir, mas lentamente) e onde a água domina a paisagem com o rio Labruja e as suas belíssimas cascatas; e a segunda parte com monte e mais monte, sempre a subir, até alcançar o Alto da Portela da Labruja. Outra constante desta etapa é o património edificado com que nos deparamos a cada momento.

Notas :
Um pequeno café/supermercado frente à belissima capela da Sra. das Neves, marca o ponto de inicio da subida da Labruja. Se não se abasteceu com água e algum alimento para a subida, faça-o aqui. A subida ainda que bastante dura, se for feita  com calma e sem correrias, não é nada de extraordinário.

Etapa 6




ETAPA 6 : RUBIÃES > TUI

KM'S : 19,1  | GRAU DIFICULDADE : Fácil

Nesta etapa passamos por :
S. Bento da Porta Aberta, Fontoura, Pedreira, Valença do Minho, Tui

Sobre a etapa :
Etapa fácil e muito agradável, com um desnível inicial bastante fácil de ultrapassar.
Todo o percurso é muito agradável, se bem que nos últimos 5 km's, devido ao asfalto, tornam-se bastante cansativos.
Depois de entrar em Valença, o Caminho tem 2 opções para ser feito, cruzando a muralha ou seguindo pela EN13.
Sugerimos uma paragem em qualquer das excelentes pastelarias ou em alguma das zonas verdes para descansar e repôr energias, e depois visitar a fabulosa muralha onde cada pedra é um pedaço de história. A saída faz-se pela ruela que desce da Pousada de S. Teotónio e que nos conduz a um escadório directo à fronteira para atravessar a Ponte Eiffel.


Notas :
Em Pedreira (a cerca de 5 km’s de Valença), vale a pena fazer uma paragem na Quinta do Caminho para tomar um café ou almoçar.

Quer saber que alojamento existe para estas etapas?

Etapa 7

ETAPA 7 : TUI > PORRIÑO

KM'S : 16,1 | GRAU DIFICULDADE : Fácil

Nesta etapa passamos por :
Tui, Ribadelouro, Orbanelle, As Gándaras, Porriño

Sobre a etapa :
Etapa fácil de fazer sem desníveis significativos.
A vila de Tui é lindíssima e a zona histórica, imperdível! A Catedral (onde pode carimbar a credencial), os conventos, as igrejas, as capelas, as ruas, os edifícios.... Vale a pena ver!
Saindo de Tui, todo o percurso se faz por caminhos rurais cheios de verde e sombra, que em dias de calor se agradece muito. A Ponte de S. Telmo e a placa recordatória da passagem deste santo em peregrinação a Santiago, devem merecer a vossa atenção.

Em Orbanelle, sugerimos seguir pelo  Espaço Natural de As Gândaras, mas deve verificar se está transitável (épocas de muita chuva), caso não tenha informação válida, opte por seguir pelo Poligno Industrial.

Notas :
Se o alojamento onde vai ficar se situar no centro de Porriño, e optou pelo Espaço Natural das Gândaras em Orbanelle, sugerimos na Senda do Rio Louro (já no tramo final da etapa), procurem a saída pela passagem sobre a linha férrea, que desemboca perto da zona histórica. Se vai ficar no Albergue Público, esta Senda leva-o à porta.

Etapa 8

ETAPA 8 : PORRIÑO > REDONDELA

KM'S : 15,5 | GRAU DIFICULDADE : Moderada

Nesta etapa passamos por :
Mos, Redondela.

Sobre a etapa :
Etapa com alguns desníveis consideráveis, curtos mas acentuados.
Uma paragem em Mos para repor energias é aconselhável, dado que a partir daí e até cerca de 3 km’s de Redondela  é sempre a subir.
O topo desta subida é o Parque que a Capela de Santiaguiño do Monte preside. Perto deste parque (estando no caminho e antes de cruzar a estrada, virar à esquerda) existe um bar que tem um carimbo muito original, vale a
pena parar para tomar uma água. A partir daí o resto do percurso é sempre a descer!

Notas :
A chegada a Redondela exige cruzar a N550, que é bastante movimentada.
Recomendamos cuidados redobrados para este troço de aproximadamente 500mt. 

Redondela > Pontevedra

ETAPA 9 : REDONDELA > PONTEVEDRA

KM'S : 19,6 | GRAU DIFICULDADE : Difícil

Nesta etapa passamos por :
Cesantes, Arcade, Pontesampaio, Pontevedra

Sobre a etapa :
Esta etapa é bastante exigente pelos desníveis que iremos ter que superar, mas nada que não se faça com calma e uma gestão de energia muito criteriosa.
Sugerimos que a etapa se faça bem cedo, para evitar a subida a partir de Pontesampaio, na força do calor.
Saímos da zona habitada e entramos em caminhos rurais e de monte, onde é necessário ter cuidado, pois há pontos onde manter o equilíbrio pode ser tarefa difícil. Calma, tranquilidade e gerir tudo muito bem até chegar ao alto, é o segredo. Levar uma fruta ou uma barrita para alguma quebra de açúcar é de todo aconselhável.

A partir daqui é um percurso tranquilo. Não pode falhar a paragem na Capela de Santa Marta para carimbar a credencial, onde uma imagem de Nª Sra. De Fátima nos dá as boas vindas. Neste ponto estamos a -/+ 5 km’s de Pontevedra.

Notas :
 1 - À saída de Redondela devemos ter cuidado ao atravessar a estrada (novamente a N550). Nos 2/3 km’s seguintes, temos um percurso de constante subida mas subtil, que apenas “sentimos” na última parte. 
2 - Depois da Capela de Santa Marta, já na EN550, encontramos a indicação de um percurso alternativo pela Senda Fluvial do Río dos Gafos, que evita o último tramo que é feito inteiramente pela N550. É um percurso de cerca de 4 km’s que está indicado com setas verdes e laranja e que nos leva por caminhos arvorados bem agradáveis até Pontevedra. 

Pontevedra > Caldas de Reis

ETAPA 10 : PONTEVEDRA > CALDAS DE REIS

KM'S : 21,1 | GRAU DIFICULDADE : Moderada

Nesta etapa passamos por :
Alba, San Amaro, A Portela, Barro, Briallos, Caldas de Reis

Sobre a etapa :
Etapa bastante tranquila com desníveis  bastante fáceis de ultrapassar.

Deixamos Pontevedra cruzando a Puente del Burgo, onde podemos vislumbrar tanto à esquerda como à direita as outras pontes da cidade, que é capital de província.

Saímos do aglomerado urbano e temos uma “ecovia” onde as gentes da zona fazem os seus joggings, bicicleta, caminhadas. É normal de nos cruzarmos com imensa gente, seja a que hora seja.

O troço entre Pontevedra, Alba e San Amaro é muito bonito, com riachos de água e caminhos
que parecem florestas encantadas!

Em Barro aconselhamos o desvio para visitar o Parque Natural da Barosa, é só cruzar a estrada N550 e
andar uns 400m. Tem aí um bar e as cascatas merecem o desvio.

Em Caldas, a fonte do balneário de onde brota água quente é ponto de paragem obrigatório.

Notas :
Em Sto. Amaro, a primeira povoação saídos da floresta encantada, logo à entrada tem um bar que é ponto obrigatório de paragem para um café, a hospitalidade e simpatia dos proprietários enche-nos o coração. 

Caldas de Reis > Padrón

ETAPA 11 : CALDAS DE REIS > PARDÓN

KM'S 18,6 | GRAU DIFICULDADE : Moderada

Nesta etapa passamos por :
Carracedo, O Pino Valga, San Miguel de Valga, Pontecesures, Padrón

Sobre a etapa :
Mais uma etapa cheia de encanto!
A primeira parte da etapa tem um desnivel considerável, mas sem grandes dificuldades, e a partir de O Pino temos mais uma floresta encantada!

Pelo caminho deparamo-nos com muitos sinais do Caminho e da importância deste para as gentes destas terras.

Notas :
1 - Em Carracedo, existe um bar a 5 mt do caminho ao cruzar a N550, é um bar de peregrinos e em que comer uma “tostada” merece a pena!
2 - Em Pontecesures, existe mais um ponto de paragem para peregrinos a “Mesa de Pedra”, onde se comem uns petiscos fabulosos e se bebe sidra.
3 - Em Padrón, a visita à Igreja de Santiago e atirar uma moedinha ao pedrón que se encontra sob o altar, é uma tradição.
4 - Ao lado da igreja tem o mitíco “Tio Pepe” e o seus famosos abraços. 

Padrón > Santiago



ETAPA 11 :  PARDÓN > SANTIAGO

KM'S 24,3 | GRAU DIFICULDADE : Moderada/Difícil

Nesta etapa passamos por :
Iria Flavia, Esclavitude, O Faramello, Agrela, Milladoiro

Sobre a etapa :
A etapa de hoje é exigente, com bastante desnível na parte final.

Em Iria Flavia , antes de passar o viaduto, faça uma visita ao espaço da igreja medieval, quase sempre está fechada, mas vale a pena parar.

Em Esclavitude tem uma fonte milagrosa (onde sugerimos encha a sua garrafinha) e visite o esplêndido exemplar do barroco que é o Santuário da Eslavitude (XVII-XVIII).

Notas :
Desde 2017, o trajecto a partir de Milladoiro foi alterado, e agora leva-nos por um percurso com mais asfalto, subidas e descidas muito cansativas, dado ser feito pelo meio das aldeias até retomar o antigo Caminho em Santomil, desembocando na Rúa Rosalía de Castro.

Na nossa modesta opinião, com esta alteração o Caminho perdeu qualidade, não só pelo muito asfalto, mas também, porque nos “roubou” a bela perspectivas sobre Santiago, que nos oferecia. Recomendamos que se aventure em seguir o antigo trajecto.

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